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segunda-feira, 23 maio 2022
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Grupo Ewé, Coletivamente Hip Hop e outros protagonistas negros oferecem oficinas culturais gratuitas no mês de março

A indústria cultural foi uma das mais impactadas durante a pandemia do COVID-19. Uma das primeiras a ter que parar suas atividades, foi, ou melhor, está sendo também a última a retomar suas atividades. Enquanto outros setores já voltaram com seu funcionamento pleno, com a proibição dos blocos de carnaval de rua, por exemplo, muitas pessoas que têm suas rendas voltadas para esse tipo de evento, se encontraram mais uma vez em situação de desamparo.

Na série feita pela parceria entre o TNM e a Ponte Jornalismo, por exemplo, a artista visual e graffiteira Nenê Surreal falou sobre as mudanças que a pandemia trouxe, que iam desde o fato de que ela precisou contar com auxílios até o fato de ter recebido uma segunda oportunidade de estar em Viena que foi perdida simplesmente por “ser brasileira”. Para acompanhar todos os episódios da série “Cultura de Periferia em Tempo de Pandemia”, confira nosso canal no Looke.

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Pouco a pouco, as atividades estão sendo retomadas e oficinas que propagam cultura e oferecem oportunidades de aprendizagem e quem sabe até inserção num novo mercado vem surgindo.

No caso das Oficinas Culturais, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Poiesis, o foco no mês de março está em teatro, cinema e grafite. Ao longo do mês, as programações das unidades do programa na capital (Oswald de Andrade, Maestro Juan Serrano e Alfredo Volpi) irão abordar a diversidade cultural brasileira. Toda programação é gratuita.

Por aqui, o destaque será a Oficina Cultural Alfredo Volpi.

Oficina Cultural Alfredo Volpi e Grupo Ewé

Na Oficina Cultural Alfredo Volpi as atividades são dedicadas à cultura afro. Até o dia 21 de março, a unidade recebe inscrições para a Oficina Registros Negros na Dança (Igbasile Dudu Ni Ijó), coordenada pelo Grupo Ewé, que propõe um espaço filosófico móvel e cíclico para os participantes se alimentarem de estímulos diversos que possam servir de nutrientes para a construção em dança através do pensamento afrocentrado. As aulas serão presenciais na Alfredo Volpi, às quartas e quintas, das 19h às 21h, a partir de 23 de março.

Esta atividade faz parte da exposição Barracão Ewé que será aberta para visitação na Alfredo Volpi no dia 4 de março. Construída com base nas pesquisas e trabalhos do grupo, a exposição busca apresentar a criação que parte das matrizes africanas e afro-diaspóricas para produção em dança e no audiovisual. A abertura da exposição também será marcada pelo lançamento do livro “da silva: os que ficaram, os que voltaram”. Já nos dias 23 de março e 6 de abril, será possível realizar uma Visita Guiada com Exibição do Filme Bori

No dia 12 de março, sábado, das 13h às 17h, o Teatro da Destruição apresenta a mostra Experimentos em Destruição, com experimentos em performance, intervenção, teatro, música e formatos compartilhados. O encontro é aberto ao público e não necessita de inscrição. 

SERVIÇO:

Oficina Cultural Alfredo Volpi

EXPERIMENTOS EM DESTRUIÇÃO
Coordenação: Teatro da Destruição
12/3 – Sábado – 13h às 17h
Faixa Etária: Livre
Sem inscrição prévia

Local: Oficina Cultural Alfredo Volpi – Rua Américo Salvador Novelli, 416 – Itaquera – São Paulo/SP

OFICINA IGBASILE DUDU NI IJÓ (REGISTROS NEGROS NA DANÇA)
Coordenação: Luiz Fernando da Silva Anastácio, Rafaela Araújo e Beatriz Oliveira (Grupo Ewé)
23/3 a 14/4 – quartas e quintas das 19h às 21h
Faixa Etária: maiores de 16 anos 

Inscrições: Até 21/3 |  Clique aqui.
Seleção: Carta de interesse
Vagas: 12
Local: Oficina Cultural Alfredo Volpi – Rua Américo Salvador Novelli, 416 – Itaquera – São Paulo/SP

EXPOSIÇÃO: BARRACÃO EWÉ
Coordenação: Grupo Ewé
4/3 a 23/4 – terça a sextas – 11h às 17h | Sábados – 10h às 13h
Local: Oficina Cultural Alfredo Volpi – Rua Américo Salvador Novelli, 416 – Itaquera – São Paulo/SP
Inscrição para visita guiada – Aqui.

Vagas: 15 por visita (Vagas serão distribuídas por ordem de inscrição)

*Informações de agendamento de visita para grupos no site das Oficinas Culturais.

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Thais Senahttps://todosnegrosdomundo.com.br
Sou professora de inglês, formada em Comércio Exterior, estudante de Pedagogia na Universidade Federal de São Paulo e parte do grupo de Pesquisa Laroyê - Culturas Infantis e Pedagogias Descolonizadoras. Já atuei como professora voluntária e em projetos populares, fez formação em parceria com a Prefeitura de São Paulo e o Conselho Britânico e há 6 anos atua também na Ebony English, que ensina inglês com cultura negra.
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