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segunda-feira, 06 dezembro 2021
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Representatividade: “Aqui no morro, tem princesa sim”

Nas músicas, nas revistas e nos livros: em tudo aquilo que se consome, a representatividade muda perspectivas quando se apresenta. Mais ainda, quando dá de cara com crianças e reafirma o quanto são lindas e importantes.

Dessa vez, a representatividade é racial e geográfica, com o livro “Aqui no morro, tem princesa sim”. O conto traz a história de Alika, uma menina preta de dez anos de idade, que vive com sua avó no morro e seus sonhos nas alturas.

Alika sonha em conquistar o reino da cultura e, em terra de samba, reinar é ser princesa de carnaval. Periférica, a menina se aproxima de realidades múltiplas de crianças brasileiras que não se veem representadas nos livros.

“Afinal todos temos reinados a serem conquistados. Ter a liberdade de ser o que quiser é uma luta contínua onde além da dedicação precisaremos também da fé. Ser princesa, é poder reinar sobre suas escolhas”, acredita Simone Botelho, escritora do conto, professora é agente cultural.

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Amanda Sthephaniehttp://www.todosnegrosdomundo.com.br
Preta. Pobre. Poeta. Periférica. Prounista. Filha de Oxum, tem paixão pela palavra e estuda o último ano de Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
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