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quarta-feira, 08 dezembro 2021
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Nova temporada de “É Samba na Veia, é Candeia!” no Teatro Oficina

Elogiado pela crítica e sucesso de público, o musical “É Samba na Veia, é Candeia!” está de volta ao Teatro Oficina para nova temporada. Com texto de Eduardo Rieche, direção geral de Leonardo Karasek e produção executiva e artística de Rita Tele, o espetáculo que homenageia e conta a história de Antônio Candeia Filho fica em cartaz entre 17 de fevereiro e 18 de março.

O musical, encenado pela primeira vez no Rio de Janeiro em 2008, tem sua história marcada pela roda de samba ambientada na trajetória do popular sambista entre as décadas de 1960 e 1970. “O cenário reforça todo o simbolismo da trajetória de Candeia como homem negro e crítico social. A estruturação da montagem reforça o sentido da imersão do público no universo do compositor. E, nesse caminho, fazemos um convite para a releitura do mundo nos olhos de Candeia, com todas suas facetas e vivências como corpo e voz de movimento e atuação política por meio do samba”, diz o diretor Leonardo Karasek sobre a importância da representatividade numa abordagem que ultrapassa um musical e pode ser lida como peça biográfica.

“É Samba na Veia, é Candeia!” é composto por canções não apenas do popular sambista – como “Pintura sem arte”, “Testamento de Partideiro” e de “De Qualquer Maneira”, mas também por trabalhos de outros célebres nomes do samba como “Preciso me Encontrar”, de Cartola, “O Mar Serenou”, eternizado por Clara Nunes e “Dia de Graça” entoada pela forte voz de Elza Soares.

Em São Paulo, o público lotou todas as apresentações na temporada passada. Rita Teles, atriz e produtora executiva da peça, defende que a peça se fortalece por atribuir protagonismo à cena cultural independente, além da representatividade de músicos majoritariamente do samba, das artes e de movimentos sociais como o próprio movimento negro e o feminismo.

É sob essa perspectiva e preocupação que a peça traz à tona as histórias de Candeia, sua resistência cultural junto à população negra do subúrbio carioca e sua forma única de falar sobre amores, sem esquecer o tom  de crítica às mazelas sociais como o racismo.

Serviço:

É Samba na Veia, é Candeia!
Temporada: de 17/2 a 18/3
Dias e horários: sábados, às 20h; domingos, às 19h
Duração: 2h30 (aproximadamente)
Classificação etária: 12 anos
Onde: Teatro Oficina Uzyna Uzona
Endereço: Rua Jaceguai, 520 – Bixiga – São Paulo/SP
Ingressos: R$ 40 inteira; R$ 20 meia (idoso, estudante e classe artística) e R$ 10 para moradores do Bixiga
Canais de venda:
Digital: www.sympla.com.br
Físico: Boutique do Carnaval (Rua Barão de Itapetininga, 88 – Centro SP)
Acessibilidade: o local conta com bilheteria acessível e uma cadeira de rodas disponível para uso
Capacidade: 150 pessoas
Estacionamento: não possui

Ficha técnica

Texto: Eduardo Rieche

Direção: Leonardo Karasek

Direção Musical: Edinho Carvalho e Abel Luiz

Arranjo Musical: Abel Luiz

Preparação Vocal: Daisy Cordeiro

Coreografia: Jefferson Brito

Produção: Núcleo Coletivo das Artes Produções

Figurino: Gabriela Rocha

Cenário: Raifah Monteiro

Iluminação: Luana Della Crist

Ilustração: Bruno Will

Técnico de som: Pedro Romão

Fotos: Osmar Moura

Criação Gráfica: Zeca Dâmaso

Assistente de Direção: Augusto Vieira

Assessoria de Imprensa: Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

Plano de comunicação virtual: Eduardo Araújo

Elenco: 

Danilo Ramos (David do Pandeiro, Claudionor, Edgar)

Denise Aires (Leonilda)

Jair de Oliveira (Candeia Pai, Locutor da apuração, Homem 1)

Jefferson Brito (Waldir 59, Armando, Mestre sala Quilombo e encerramento, Picolino, Jorge Coutinho, Mauro)

Jose Nelson Junior (Mazinho, Seu Neco, Seu Teco)

Josi Souza (Elza Soares, Dona Maria, Médica)

Leo Dias (Casquinha, Zé com fome)

Marcelo Dalourzi (Candeia)

Rita Teles (Firmina, Apagado, Porta Bandeira da Quilombo)

Suelen Ribeiro (Clara Nunes, Pequena, Prostituta 2, torcedora Portela, diretora artística)

Sueli Vargas (Manoel, Narrador, Dona Benvinda)

Viviane Clara (Prostituta 1, torcedora Portela, Porta Bandeira Encerramento)

Wallace Andrade (Brêtas, Homem 2, Argemiro, João Chapeleiro)

Músicos:

Brito da Cuíca (cuíca)

Danilo Ramos (tamborim)

David Silveira (cavaquinho)

Didi Carvalho (surdo e percussão geral)

Eder Ventura (cavaquinho)

Edinho Carvalho (cavaquinho)

Hosana Meira (tamborim)

Jader Morelo (pandeiro e percussão geral)

Jefferson Motta (violão de 7 cordas)

Leo Dias (tamborim e pandeiro)

Marcelo Glick (atabaque e percussão geral)

Marlene Oliveira (prato e faca)

Ocimar Dias (agogô)

Ronaldo Nunes (bandolim)

Performance:

Dan Rodrigo (representando Orixás)

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Amanda Sthephaniehttp://www.todosnegrosdomundo.com.br
Preta. Pobre. Poeta. Periférica. Prounista. Filha de Oxum, tem paixão pela palavra e estuda o último ano de Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
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