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segunda-feira, 29 novembro 2021
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“Meu Nome é Maalum” traz debate sobre a luta antirracista de meninas negras

Meu nome é Maalum é dedicado para crianças e famílias negras ou não que se interessem por uma narrativa antirracista protagonizado por negros, livro escrito pela psicóloga e contadora de histórias Magna Domingues e pelo produtor audiovisual Eduardo Lurnel, será lançado, virtualmente, dia 14 de março, às 16h, através do Google Meet.

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O lançamento contará ainda com a apresentação de Raphael Moreira, participação de convidados e sorteio da obra.

“Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que Maalum sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista: O negro é visto como diferente e fora do “padrão”. Por meio desta personagem os autores apresentam histórias da cultura africana que fazem parte da construção da identidade do povo brasileiro.”

Ainda vivemos em uma sociedade racista que oprime física e psicologicamente a população negra. Essa história pretende contribuir para a luta antirracista de forma lúdica e bela, por todas as meninas e meninos negros. Além de falar da autoestima das meninas negras, este livro infantil trás em um debate pouco usual quando falamos de crianças que sofrem racismo.“, afirmou a autora Magna Domingues.

“Com posfácio do doutor e autor Renato Noguera, o livro “Meu nome é Maalum” apresenta uma protagonista negra livre de estereótipos e estigmas. Além das famílias, o livro também é indicado para educadores, escolas, redes de ensino e agentes culturais que entendem que as pautas identitárias das crianças negras são fundamentais para a transformação da sociedade. E, mesmo com um número significativo de obras infantis que tratam essas questões, o livro chega ao público interessado em trabalhar o significado dos nomes africanos pois muitas famílias contemporâneas decidem nomear seus filhos fazendo referência a sua história ancestral.”, continuou.

“Receber um nome africano no Brasil significa pertencer a uma família que reconhece a força e importância da ancestralidade e de sua origem diaspórica. Nomear também pode ser um ato político e uma forma de ser colocar no mundo.”, afirmou Eduardo Lurnel, autor do livro.

Sinopse:
Maalum é uma menina negra que recebeu um nome africano mas quando chega na escola, todos riem do seu nome. Ela não entende o porquê e, com ajuda da sua família, Maalum vai descobrir o significado e a tristeza se transforma em orgulho através da sua ancestralidade.

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Vinícius Gonçalves
Geminiano, viciado em tecnologia, filmes de terror e cinema.
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