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sábado, 02 julho 2022
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Marina Freitas é convidada da coluna mensal do Itaú Cultural no dia 09

A coluna tem curadoria da professora e pesquisadora Fabiana Carneiro da Silva e apresenta autores como Marina Freitas

A obra de Marina Freitas é dedicada às experiências de mulheres negras, como ela mesma, mas requer um trabalho intenso de leitura, pesquisa e escrita. Nessa visão, a mulher negra transforma o mundo. Por isso, ela é a nova convidada da coluna mensal do site do Itaú Cultural: Encontros com a nova literatura brasileira contemporânea, no dia 9 de dezembro.

Idealizado pelo Núcleo de Comunicação da organização, neste espaço, o público tem contato com novos autores da cena literária no país, podendo conhecer a sua trajetória e obra. Os textos para esta edição são O futuro é preta, O segundo nome de nenê e Muito prazer, o meu nome é branquitude, escritos no contexto da pandemia. 

Festival Arti (Autonomia, Restituição, Transformação e Interação) acontece em 10 e 11 de dezembro

Marina Freitas: A escritora

Marina Freitas se define mulher preta, mãe, escritora encantada pelas palavras e pelas frestas das impossibilidades. Como alguém que lê, pesquisa e reverencia as literaturas de autoria feminina negra como tecnologias para o refazimento de mundos.

Graduada, mestra e doutoranda em literatura brasileira pela Universidade de Brasília (UNB). Atua como revisora, preparadora e cuidadora de textos. Publicou na coletânea Carolinas: A nova geração de escritoras negras brasileiras, organizada pela Festa Literária das Periferias (FLUP), em 2021.

Sobre seus escritos, Fabiana Carneiro, curadora da coluna, pontua: “como traço que percorre os textos O futuro é preta, O segundo nome de nenê, e Muito prazer, o meu nome é branquitude, constatamos a escolha pela fabulação como estratégia de fala que insinua o exercício de construção de projetos de liberdade, integrantes ontem e hoje das experiências do povo negro em diáspora.”

A coluna

Fabiana é responsável pela curadoria dos primeiros textos da coluna. Ela é pesquisadora e professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e sua tese de doutorado analisa a maternidade negra no livro de Ana Maria Gonçalves Um Defeito de cor. Ela é também criadora do projeto Tessituras negras, um ateliê de leituras literárias e práticas pedagógicas afro referenciadas. 

As obras selecionadas na coluna são escolhidas a partir de material já publicado dos autores ou feitas especialmente para esta publicação. Fabiana faz a seleção por região, garantindo, além de diversidade de temas, estilos e gêneros uma pluralidade de paisagens, sotaques e histórias. 

Entram nos critérios de escolha a qualidade estética, a diversidade de perspectivas sociais e o engajamento político-social dos trabalhos, levando em conta autoras que ainda têm pouca visibilidade no campo literário. Nas duas edições passadas, a coluna apresentou a alagoana Kika Sena, as indígenas, uma do povo Mucuxi, do Rio Grande do Sul, Julie Dorrico, e outra Vãngri Kaingáng, da aldeia de Ligeiro, no mesmo estado, além da mineira Carol Fernandes.

SERVIÇO:

Encontros com a nova literatura brasileira com Marina Freitas e curadoria de Fabiana Carneiro da Silva.

Dia 9 de dezembro (quinta-feira)

Confira o site do Itaú Cultural.

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Maria Angélica
Maria Angélicahttps://todosnegrosdomundo.com.br
Tenho 22 anos, sou nascida e criada no litoral, caiçara com muito orgulho. Além disso, também sou formada em Comunicação Social - Jornalismo. Sempre me encantei com o poder das palavras e por isso sinto que o jornalismo me escolheu, durante a minha breve trajetória profissional tive a oportunidade de contar histórias lindas e é o que pretendo continuar fazendo.
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