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sábado, 04 dezembro 2021
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A Juventude Negra Quer Viver

Campanha 'A Juventude Negra Quer Viver', realizada pela ANPSINEP continua falando sobre a importância da saúde mental para a população preta.

Iniciada no dia 28 de agosto, a ação debate sobre a saúde mental da juventude negra. Trata-se de uma série de lives sobre o assunto.

A inciativa busca conscientizar a população. Além disso, é realizada pela Articulação Nacional de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) (ANPSINEP). Jovens, seus familiares e instituições da justiça são convidados a participar. Isso porque só com o dialogo é possível criar medidas efetivas contra a violência.

Evandro Fióti, Luiza Brasil, Rosa Luz, Raul Santiago, Helena Bertho, Mafoane Odara, são alguns dos nomes confirmados.

Dessa forma, os encontros acontecerão durante o mês agosto e setembro com especialistas de várias áreas. Como por exemplo: psicólogos, artistas e influenciadores de comportamentos e bem-estar, comunicadores e outros. Ainda assim, terá a presença de pesquisadores para falar sobre o impacto das violências na saúde mental da população negra.

Entretanto, alguns temas são pontuais, como: O impacto da Violência na Saúde Mental do Jovem Negro e suas Famílias; A mulher jovem negra e a saúde mental; Pluralidade e Estética Jovem Negra; Jovem Negro e a Inclusão Produtiva e Juventude Negra Periférica e a Saúde Mental

No canal do Youtube e do Instagram da ANPSINEP é possível conferir a abertura. Mas os os encontros vão ao ar somente no Instagram, com duração de até uma hora. A participação do público será gratuita, sem necessidade de inscrição prévia.

Preto à Porter e as primeiras impressões

A Juventude Negra Quer Viver - Pôster
Divulgação – Cartaz da campanha ‘A Juventude Negra Quer Viver’

Mais que sobreviver

A juventude tem sonhos, futuro e ambições, mas muitas vezes a realidade é outra. Ainda mais em meio ao fogo cruzado da violência e do racismo. Onde as vidas são interrompidas e sobreviver depende da sorte.

Os jovens negros brasileiros são as principais vítimas no Brasil. De acordo com dados levantados pelo Atlas das Juventudes (2021) e pelo Atlas da Violência (2020), a maioria das vítimas de homicídio no Brasil são jovens negros. Por isso, debater sobre as marcas psicológicas é urgente.

Programação

Cada dia traz um tema, de acordo com a experiência dos convidados.

Data: 28/08

Assunto: ABERTURA
Horário: 16h30

Abertura da campanha com papo entre especialistas da área da Psicologia, artistas e influenciadores das áreas de comunicação

Convidados: Jeane Saskya, Emiliano de Camargo David

Data: 31/08
Horário: 19h00

Assunto: A MULHER JOVEM NEGRA E A SAÚDE MENTAL

Como vai a saúde mental das mulheres negras no Brasil de 2021?

Convidadas: Luiza Brasil, Caroline Damazio (ACMUN/RS) 

Mediadora: Simone Vieira da Cruz

Data: 02/09
Horário: 19h00

Assunto: PLURALIDADES E ESTÉTICA JOVEM NEGRA

Como a autoimagem e os preconceitos relacionados à identidade de gênero e sexualidades afetam a saúde mental do jovem especialmente em tempos de redes sociais? 

Convidadas: Rosa Luz e Joyce Costa Moreira (ANPSINEP/Pará) 

Mediador: Robenilson Moura Barreto  

Data: 06/09
Horário: 19h00

Assunto: JOVEM NEGRO E A INCLUSÃO PRODUTIVA

Como a saúde mental afeta o rendimento de jovens negros no inseguro mercado de trabalho?

Convidadas: Helena Bertho e Mafoane Odara

Mediador: Bruno Mota 


Data: 09/09
Horário: 19h00

Assunto: JUVENTUDE NEGRA PERIFÉRICA E A SAÚDE MENTAL

Quem tem mais necessidade, o jovem negro periférico, tem direito/acesso à saúde mental?

Convidadas: Evandro Fioti, Raul Santiago e Joyce Avelar (Coordenadora do Núcleo da ANPSINEP Brasília) 

Mediadora:  Elcimar Dias Pereira 


Data: 15/09
Horário: 19h00

Assunto: O IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA SAUDE MENTAL DO JOVEM NEGRO E SUAS FAMÍLIAS

Qual o impacto prático da violência cotidiana na saúde mental dos jovens negros brasileiros e suas famílias?

Convidadas: Mães do Cabula

Mediador: Igo Ribeiro 

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Maria Angélicahttp://www.todosnegrosdomundo.com.br
Tenho 22 anos, sou nascida e criada no litoral, caiçara com muito orgulho. Além disso, também sou formada em Comunicação Social - Jornalismo. Sempre me encantei com o poder das palavras e por isso sinto que o jornalismo me escolheu, durante a minha breve trajetória profissional tive a oportunidade de contar histórias lindas e é o que pretendo continuar fazendo.
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