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segunda-feira, 16 maio 2022
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A HISTÓRIA DE CROSS COLOURS, A MARCA QUE REVOLUCIONOU A MODA DE RUA E SUA CONEXÃO COM WILL SMITH

Cross Colours

A Cross Colours é uma marca de roupas, criada em 1989 por Carl Jones e TJ Walker, com o objetivo de democratizar a moda de rua e vestir sem preconceitos.

Para dar significado à marca, os sócios viajaram para Nova Iorque e se depararam com uma cena em que as pessoas usavam calças 4 números maiores que seus tamanhos para compor um look.

Mulheres pretas com seus próprios stylists? Temos!

Visionários, logo pensaram que dava pra manter a largura das peças e diminuir o tamanho da cintura. Em pouco tempo, estavam vestindo nomes como ninguém menos que Tupac Shakur.

Deu tão certo que a marca chegou a faturar 100 milhões de dólares por ano. Uma de suas estratégias, muito utilizada hoje em dia, mas pouco conhecida na época, era a de presentear pessoas famosas com itens da coleção.

E foi assim que, um belo dia, eles recomendaram que o diretor de marketing da marca falasse com os responsáveis pelo figurino de “Um Maluco no Pedaço”. Três dias depois, Will estava vestindo uma camisa da marca – e, com ele, muitas outras pessoas chegaram.

Infelizmente, depois de anos na ativa e de ter vestido muita gente preta famosa, a marca teve que fechar…

Mas em 2014 eles voltaram! E dessa vez pra vestir nomes como ninguém menos que RiRi.

30 anos depois, os fundadores contam terem percebido que muitas pessoas que eram crianças no auge das coleções ainda se identificavam com a marca.

Curiosamente, eles também atribuem parte do sucesso atual da marca ao ex-presidente Donald Trump: “nosso slogan – vestir sem preconceito – é mais inclusivo do que nunca. Acho que até o Donald Trump foi bom para os nossos negócios: ele só quer saber de separar as pessoas enquanto nós as reunimos.”

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Thais Senahttps://todosnegrosdomundo.com.br
Sou professora de inglês, formada em Comércio Exterior, estudante de Pedagogia na Universidade Federal de São Paulo e parte do grupo de Pesquisa Laroyê - Culturas Infantis e Pedagogias Descolonizadoras. Já atuei como professora voluntária e em projetos populares, fez formação em parceria com a Prefeitura de São Paulo e o Conselho Britânico e há 6 anos atua também na Ebony English, que ensina inglês com cultura negra.
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