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terça-feira, 18 janeiro 2022
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Com o objetivo de fortalecer artistas negras, Bienal Black Brazil Art ganha sua 2ª edição

A Bienal Black Brazil Art ganha sua 2ª edição. Apesar de eventos nacionais estarem no caminho de ofertar mais visibilidade para pessoas não brancas, esses espaços continuam muito necessários porque representam lugares de resistência e um espaço onde mulheres negras, por exemplo, realmente têm voz. Esse é o foco dessa Bienal.

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Bienal Black Brazil Art

“A Bienal Black Brazil Art continua sendo uma iniciativa inédita com o objetivo de criar uma plataforma de diálogo, difusão e compartilhamento entre a produção de artistas mulheres, principalmente negras, ou produções inspiradas nessas mulheres”, explica a museóloga Patricia Brito, que divide a curadoria com Priscila Costa e Zaika dos Santos. A Bienal Black age na coleta e difusão sobre arte com foco na produção de artistas feministas. Ao todo, a 2ª Bienal Black reúne cerca de 250 obras de mais de 100 artistas.

Com o tema Cartografia e Hibridismo do Corpo Feminino: Representação Visual e Afetiva, a 2ª Bienal Black Brazil Art (2BienalBlack) apresenta criações de artistas contemporâneos individuais e coletivos. Pintura, escultura, fotografia, instalação, têxtil, videoarte e performance são algumas das categorias em exibição. Apresentações, oficinas e talks serão exibidos ao longo dos seis meses do evento. A abertura acontece dia 13 de janeiro, às 19h, pelo YouTube. A atração vai até 18 de julho. Todas as atividades são virtuais e gratuitas. A programação está no site bienalblack.com.br.

A mostra reúne obras selecionadas da chamada pública do evento, artistas convidados do Brasil e exterior, e trabalhos e projetos de duas residências internacionais produzidas ao longo de 2021, RAVC (Brasil/Uruguai) e Incorporare (Brasil/Itália). A exposição divide-se em seis eixos: Ninharias, Persona Hacker, Plantando Escuta, Cartografia da Voz, Corpo-Espaço e Incorporare. Cada subdivisão apresenta uma proposta sensorial/emocional distinta.

A última edição da Bienal aconteceu de maneira virtual e durou 6 meses. Desta vez, a edição vai até julho.

Serviço:

2ª Bienal Black Brazil Art (2BienalBlack) | Cartografia e Hibridismo do Corpo Feminino: Representação Visual e Afetiva

Abertura: 13 de janeiro de 2022, às 19h, YouTube  | Online e gratuito – até 18 de julho de 2022

Programação:bienalblack.com.br

Black Brazil Art

Site oficial: blackbrazilart.com.br | Facebook: /BlackBrazilArt

Instagram: @bienalblackbrazilart | Twitter: @blackbrasilart | YouTube: /BlackBrazilArt


Sobre a Bienal Black Brazil Art

Realizada de novembro de 2019 a março de 2020, com a temática Mulheres (in) Visíveis – a bienal percorreu as três capitais da região sul do Brasil em 12 espaços de artes, com o propósito de dar visibilidade para mulheres anônimas, principalmente as mulheres negras em galerias e museus. Ao todo foram apresentadas mais de 320 obras de mais de 160 artistas. Ainda em 2020 promoveu o ciclo online Arte Sem Fronteiras. Em 2022, a Bienal prepara-se para sua segunda edição, desta vez em formato virtual.

Sobre a Curadoria

Patrícia Brito

Curadora independente, museóloga, mãe, comunicóloga, empreendedora e pesquisadora de gênero e raça nas artes. É consultora na Enciclopédia do Itaú Cultural, membro da Associação de Curadores de Museus de Arte de Nova York e da Associação Internacional de Museus Femininos.


Priscila Costa

Artista, curadora e pesquisadora. Coordena o podcast VER.SAR e integra o Coletivo Ka. Doutora em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa (UDESC), onde integra o programa RADIOFONIAS e o grupo de Pesquisa Proposições artísticas contemporâneas e seus processos experimentais.


Zaika dos Santos

Multi-artista, pesquisadora e cientista/divulgadora científica do Afrofuturismo. Fundadora das iniciativas científica/educacional Afrofuturismo: Arte e STEM, do coletivo artístico e educacional Saltosoundsystem e da iniciativa de multi-artes Nok é Nagô. Tecnóloga em Audiovisual, em Rádio e TV, em Web Design. Graduada em Licenciatura em Artes Plásticas na Guignard – Universidade Estado de Minas Gerais,  especialista em Big Data. 


Créditos

Curadoria: Patrícia Brito (RS), Priscila Costa (SC), Zaika dos Santos (MG).

Apoio jurados: Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, Itaú Cultural, Association of Art Museum Curators (AAMC), International Association of Women’s Museums (IAWM);

Parceria e colaboração: Colectivo de Estudios Afrolatinoamericanos da Udelar.

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Thais Senahttp://www.todosnegrosdomundo.com.br
Sou professora de inglês, formada em Comércio Exterior, estudante de Pedagogia na Universidade Federal de São Paulo e parte do grupo de Pesquisa Laroyê - Culturas Infantis e Pedagogias Descolonizadoras. Já atuei como professora voluntária e em projetos populares, fez formação em parceria com a Prefeitura de São Paulo e o Conselho Britânico e há 6 anos atua também na Ebony English, que ensina inglês com cultura negra.
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