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Quer fazer intercâmbio? Aprender inglês na África do Sul é uma ótima opção

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A globalização, a disseminação de informações, principalmente por conta da tecnologia, vêm tornando o intercâmbio cada vez mais conhecido e, consequentemente, mais acessível. Além de popular, ele tem se tornando uma complementação dos estudos quase obrigatória. Ou seja, intercambiar pode ser uma ótima possibilidade de melhor colocação no mercado de trabalho.

Por Siméia Mello

No âmbito pessoal, pode ser uma experiência riquíssima, já que é inegável a importância para a construção de uma pessoa. Afinal, o intercâmbio proporciona inúmeros contextos de aprendizagem muito diferentes do que estamos habituados, começando por conhecer outro país, outras formas de organização, outra língua e, ainda, outras culturas, a chance de conviver com pessoas de inúmeras origens, experiências e hábitos e conhecer ambientes totalmente diferentes dos que conhecemos no Brasil. Ou seja, inúmeros benefícios.

Segundo a Belta – Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais –, só, em 2012, 175 mil brasileiros passaram pela experiência de estudar no exterior, o que só ajuda no crescimento e popularização. Isso tem possibilitado o acesso de muito mais gente à experiência do intercâmbio, já que atualmente é muito mais fácil encontrar uma proposta que melhor se adéque aos seus objetivos e bolso – inúmeros pacotes, lugares e formas de pagamento.

Tudo isso, vem propiciado, inclusive, uma mudança significativa no perfil dos intercambistas, com um crescimento expressivo da procura pela classe C, o que, além do popularização, se deve à ascensão dessa classe, que vem ganhando novos espaços nos últimos anos, inclusive a entrada no ensino superior.

Portanto, hoje, pensar em um intercâmbio é possível, sim! Além de não faltar motivos, como, por exemplo: aprender e praticar um idioma estrangeiro; ganhar experiência; aprimorar o currículo; ser mais competitivo e valorizado no mercado de trabalho; ampliar horizontes e conhecer novas culturas; tornar-se mais flexível e tolerante; ter contato com pessoas diferentes e fazer novas amizades; especialmente, ganhar independência.

Entretanto, obviamente, nem tudo são flores. É um projeto que leva tempo e preparo, não só financeiro, mas também emocional, já que intercambiar mexe com a subjetividade. Por conta disso, planejar acomodações e tempo proporcionam maior segurança, o que diminuiu a ansiedade e o medo, comuns em qualquer viagem.

Parte desse preparo é justamente já ter uma base da língua que você pretende estudar no intercâmbio.

Hoje, há varias formas de se conseguir esse preparo basta dar o primeiro passo em busca do seu objetivo.

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Há no mercado algumas empresas especializadas em intercâmbio atrelado ao conhecimento da cultura negra, por exemplo. Já pensou como seria incrível fazer um intercâmbio para a África do Sul, por exemplo? Atrelar o conhecimento e aprimoramento do inglês com a cultura africana, conhecer Cape Town e todo o universo do líder Nelson Mandela. Passear no Soweto ou ir ao Apartheid Museum em Johannesburg, tudo isso enquanto aprende inglês, não seria incrível?!

Não há mais desculpas, qualquer pessoa pode (e deve) trazer todas essas possibilidades para sua vida. Hoje, é possível através do Preply, por exemplo, aprender inglês, espanhol, alemão e muitas outras línguas com professores de todo o mundo e ficar afiado para começar sua aventura de se tornar um intercâmbista.

Conheça mais: https://preply.com/pt/Osasco-SP/professores–inglês

Começar a estudar uma nova língua é se preparar para seu próximo projeto de vida, realizar um intercâmbio!

Sem sombra de dúvidas, fazer um intercâmbio é uma experiência que vale muito a pena!

Então, o que nos impede? A aquisição de uma segunda, terceira ou quarta língua não é apenas possível, é necessário.

Afinal, nós também podemos!

Por que não?

Foto Perfil

Siméia Mello é negra e feminista. Mestra em Língua Portuguesa, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professora e revisora de texto. Está sempre discutindo educação, feminismo e racismo. É muito interessada nas lutas contra as opressões e sensível ao ser humano e as suas inúmeras questões.

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